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Untitled Document Grupo PET-Tele

Programa de Educação Tutorial

Grupo PET-Tele


Introdução

A seguir, é feito um breve relato sobre o grupo PET-Tele, que é o Grupo PET do Curso de Engenharia de Telecomunicações da Universidade Federal Fluminense (PET-Tele / TGT / TCE / UFF). O conteúdo apresentado é fruto de uma herança histórica passada entre as gerações do grupo PET-Tele.


Histórico

O PET-Tele, grupo PET do curso de Engenharia de Telecomunicações da UFF, foi criado em 1994, sendo consolidado em 1997, sob a orientação do professor Carlos Alberto Malcher Bastos (TET/UFF), seguindo o modelo original do programa PET.

O professor Alexandre Santos de la Vega foi empossado na UFF em 1995 e começou a colaborar com o grupo em 1998.

Paralelamente à crise do programa PET, iniciada em 1999, o professor Carlos Alberto decidiu seguir novos caminhos acadêmicos.

O professor Alexandre foi indicado para assumir o posto de tutor do grupo, o que aconteceu em junho de 2001, seguindo o novo modelo do programa PET.


Identificação

Seguindo os modelos de planejamento e de relatório exigidos pelo MEC, a tabela abaixo apresenta a identificação MEC do grupo.

1.1. Instituição de Ensino Superior: Universidade Federal Fluminense (UFF)
1.2. Nome do grupo: PET-Tele (Grupo PET do Curso de Engenharia de Telecomunicações)
1.3. E-mail do grupo: pet@telecom.uff.br
1.4. Website do grupo: http://www.telecom.uff.br/pet ou http://pet.telecom.uff.br
1.5. Data da criação do grupo: 1994
1.6. Natureza do grupo: Curso de graduação
1.7. Curso de graduação: Engenharia de Telecomunicações
1.8. Habilitação oferecida pelo curso: Bacharelado
1.9. Nome do tutor: Alexandre Santos de la Vega
1.10. E-mail do tutor: delavega@telecom.uff.br ou alexandre.delavega@gmail.com
1.11. Webpage do tutor: http://www.telecom.uff.br/~delavega
1.12. Lattes do tutor: http://lattes.cnpq.br/6959413561536366
1.13. Titulação e área: D.Sc. - COPPE / UFRJ - Engenharia Eletrônica
1.14. Período como colaborador PET: PET-Mecânica e PET-Tele, UFF, 1998 a 2001
1.15. Data de ingresso do tutor: jul/2001
1.16. Interlocutor do PET na IES: Prof. Jorge Simões de Sá Martins
1.17. E-mail do Interlocutor: jssmartins@id.uff.br
1.18. Pró-Reitor de Graduação: Prof. Renato Crespo Pereira
1.19. E-mail do Pró-Reitor de Graduação: crespo@proac.uff.br


Descrição do atual processo de tutoria

O grupo acredita que a figura do tutor não é a de um simples administrador. Acreditamos também que o tutor não deve ser encarado como um elemento isolado da equipe. Assim sendo, o tutor encontra-se diretamente envolvido com todas as atividades do grupo, participando ativamente de todas as suas etapas.

Exceto em situações emergenciais ou em caso de atribuição exclusiva do tutor, todas as decisões que afetam direta ou indiretamente o grupo e os seus integrantes são discutidas por todo o grupo e resolvidas por processo de votação com peso igualitário.

Uma vez que a sala do Grupo PET-Tele, os laboratórios utilizados pelo grupo, a sala do tutor e as salas de aula da Escola de Engenharia, são localizados na mesma instalação predial, o contato de todo o grupo é diário e permanente.

Devido à grande carga horária do Curso e à pluralidade de períodos letivos normalmente apresentada pelos integrantes do grupo, costuma-se realizar apenas uma reunião global semanal. Em caso de necessidade, reuniões globais extraordinárias são previamente agendadas. Além disso, reuniões com subgrupos responsáveis por atividades específicas são realizadas semanal ou quinzenalmente.

Durante cada período letivo, tanto as reuniões globais do grupo como as reuniões relativas às atividades realizadas por subgrupos, ocorrem de acordo com a disponibilidade de horário de todos os envolvidos. Durante o período de férias escolares, o grupo trabalha em regime integral.

O grupo acredita que as necessidades apresentadas por cada integrante, pelo Curso e pelo PET devem ser complementares e que não deve haver pleno atendimento de uma em detrimento das demais. Dessa forma, o grupo tenta estabelecer um equilíbrio dinâmico no atendimento a cada uma dessas necessidades.

Os integrantes do grupo são avaliados não apenas de forma objetiva, pelo cumprimento das tarefas e pela qualidade do resultado produzido, mas também pela sua adequação à filosofia do Programa, à filosofia do Grupo e por seu relacionamento com os demais integrantes do grupo e com os demais alunos do Curso.


Rotatividade de integrantes e suas implicações

O Grupo PET-Tele apresenta a característica de acentuada rotatividade.

Anualmente, são trocados 3 a 6 integrantes. Isso significa 25% a 50% dos seus integrantes.

Em média, os integrantes permanecem no grupo por 4 períodos letivos. Isso corresponde à metade do tempo máximo pretendido pelo Programa.

A rotatividade no PET-Tele tem sido fundamentada, prioritariamente, na saída do grupo para ingresso em estágio remunerado, uma vez que a região do Rio de Janeiro apresenta uma grande oferta para os alunos do Curso de Engenharia de Telecomunicações.

Para o Curso em questão, o estágio possui dois grandes atrativos: um salário superior ao valor da bolsa do Programa e a expectativa de formação de uma rede de relacionamentos profissionais que facilite futuras contratações.

Por sua vez, os programas governamentais de incentivo ao intercâmbio para estudos no exterior também já representou um outro grande fator de abandono do grupo.

Em um número bem menor, já foi constatado ainda um outro fenômeno. Após adquirir uma base de novos conhecimentos com o grupo, o integrante abandona o Programa para ingressar em algum outro tipo de atividade dentro da própria Universidade (bolsas de monitoria ou iniciação científica, bolsas de projeto de pesquisa, estágio no Núcleo de Tecnologia da Informação) ou para trabalhar por conta própria (desenvolvimento de aplicativos Web, negócio próprio). Nesses casos, a motivação para a saída do grupo tem sido associada a uma oferta financeira mais elevada e/ou a um trabalho com atividades mais específicas.

A rotatividade num programa complexo como o PET tem um grande impacto no entendimento da filosofia do programa, na adaptação pessoal de cada integrante na dinâmica do grupo, na adaptação do grupo como unidade de trabalho, na preparação dos integrantes para as atividades específicas, na formação global dos integrantes, no planejamento das atividades e na sua execução.

O grupo entende que um planejamento de atividades visa definir objetivos, baseados em motivações, bem como definir passos e datas para concretizá-los e concentrar esforços na busca para atendê-los.

Porém, ainda que se tenha consciência de uma potencial rotatividade, uma troca não prevista de integrantes compromete, quase sempre, o cumprimento das atividades do grupo. Isso porque, a cada abandono, são gastos tempo e esforços não desprezíveis com as seguintes etapas: seleção, ambientação, reestruturação de atividades e de executores.

Em função disso, é prática comum do grupo preparar um planejamento de atividades focado não apenas no desenvolvimento de atividades a serem cumpridas, ainda que possuam linhas diretrizes bem definidas.

O grupo entende que o foco principal é o desenvolvimento de seus integrantes, dos demais alunos envolvidos e do curso em questão.

Portanto, as atividades, ao invés de representarem um fim em si mesmo, devem servir de instrumento de aprendizado e desenvolvimento, tanto pessoal quanto coletivo.

Dessa forma, entendemos o planejamento de atividades de um grupo PET não como uma estrutura fixa e precisa, mas como um planejamento básico, em função do qual o grupo deve se adaptar ao longo do período em questão.


Linhas diretrizes para o planejamento e a execução das atividades do grupo

É prática comum do Grupo PET-Tele discutir não só a escolha das atividades, mas também a forma e o caminho para realizá-las.

Nessas discussões, além das diretrizes do Programa, são ainda levadas em consideração as competências necessárias à realização das tarefas, a existência de tais competências por parte dos envolvidos, a possibilidade de desenvolvimento de novas competências no tempo adequado, bem como a característica de rotatividade do grupo.

Tanto nas propostas como nas escolhas das atividades, o grupo visa sempre atender aos três eixos que norteiam as atividades universitárias (pesquisa-ensino-extensão).

Nem sempre isso é possível, ou mesmo alcançado.

Assim, mesmo nos casos onde a atividade apresenta um peso maior em um dos três eixos, o grupo procura sempre agregar características à tarefa original, de forma a atender ao objetivo global de indissociabilidade.

Cabe ressaltar que, além das definições clássicas de cada item, o grupo entende:

- por pesquisa, qualquer ação em busca de conhecimento;

- por ensino, qualquer ação de organização e de propagação do conhecimento adquirido;

- por extensão, qualquer ação que envolva a disponibilização e/ou a aplicação do conhecimento pesquisado e adquirido.

Nesse sentido, a conduta de trabalho do grupo é a de implementar, sempre que possível, a seguinte linha de desenvolvimento:

1 - Curso de formação e/ou grupo de estudo e/ou pesquisa sobre o tema.

2 - Apresentação de seminários sobre a pesquisa.

3 - Elaboração de material didático sobre o tema.

4 - Preparação de curso de propagação de conhecimento.

5 - Aplicação de curso de propagação de conhecimento.

6 - Desenvolvimento de projeto e de respectiva documentação.

7 - Elaboração de artigo científico, publicável ou não.

8 - Disponibilização de material produzido no website do grupo.

Mais detalhes sobre as atividades desenvolvidas e sobre o material produzido podem ser encontrados no website do grupo.


Eixo temático

Visando concentrar os esforços em torno de um assunto global, que faça parte da formação acadêmica dos integrantes do grupo e de seus companheiros de graduação, e que seja possivelmente de interesse comum, o grupo vem experimentando a definição de um eixo temático para nortear as suas ações durante cada ano.

Periodicamente, o grupo sofre o efeito da rotatividade de integrantes:

- Por motivos diversos, uma parcela dos integrantes notifica um futuro abandono ou realiza um abandono anteriormente notificado ao grupo.

- É realizado um processo de seleção relativamente complexo e demorado.

- Obviamente, isso representa um impacto na implementação do planejamento de atividades, uma vez que os novos integrantes deverão ter um perfil adequado para atender às atividades planejadas ou as atividades deverão sofrer modificações para se adequarem ao perfil dos possíveis candidatos.

- Por vezes, o cronograma das atividades acaba sofrendo uma certa variação devido à adaptação do grupo aos novos integrantes e vice-versa.

Tendo isso em mente, e com o objetivo de preparar um planejamento que possa ser de viável execução, o grupo decidiu, já faz algum tempo, organizar suas atividades com base nos conhecimentos teóricos e práticos já adquiridos em períodos anteriores.

Isso não quer dizer que o grupo esteja fechado para novas ideias e novos desafios.

Tal decisão apenas tenta minimizar o efeito da rotatividade de integrantes, bem como desenvolve uma característica de continuidade nas atividades do grupo, imprimindo uma certa identidade ao mesmo.

Sendo assim, alguns itens tem se mostrado comuns no trabalho do grupo:

- A área de Telecomunicações vem demandando um conhecimento crescente de diversos tipos de programação, bem como a instalação e a utilização de ambientes de desenvolvimento de software.

- Além disso, habilidades de diversos tipos podem ser desenvolvidas durante a execução de tarefas relacionadas ao desenvolvimento de aplicativos.

- Finalmente, o grupo visualiza uma boa oportunidade para trabalhos de ensino e de extensão, através da elaboração de material didático e da propagação do conhecimento adquirido.


Impacto no curso de graduação

A seguir, são listados alguns itens que o grupo considera relevantes na fundamentação de suas atividades em relação à graduação.

São citados tanto itens genéricos do trabalho do grupo quanto itens específicos das atividades planejadas para o período em questão.

O uso de kits de desenvolvimento em projetos, para prototipação e/ou desenvolvimento de versões finais, é uma realidade em diversas áreas de trabalho.

O grupo já desenvolve estudos e projetos sobre o assunto há algum tempo, produzindo material que é apresentado e disponibilizado para a graduação. Além disso, o grupo formalizou o ensino de tal assunto no Curso, criando uma disciplina optativa sobre o assunto.

Banco de Dados é um tópico largamente utilizado nas áreas de Tecnologia da Informação (TI) e de Telecomunicações em geral.

Enquanto o ensino de tal assunto não é formalizado no Curso, o grupo já desenvolve estudos e projetos sobre o assunto, produzindo material que é apresentado e disponibilizado para a graduação.

O grupo preocupa-se em desenvolver ferramentas de apoio ao ensino, mostrar aos alunos de graduação (ainda que de períodos iniciais) que eles possuem esse mesmo potencial e incentivá-los a trabalhar nesse sentido. O grupo mostra-se capaz de identificar possíveis melhorias em itens administrativos da graduação, bem como de propor soluções.

O grupo tem a preocupação de se manter atualizado em relação a novidades relativas ao seu Curso e a propagá-las, através de elaboração de material de apoio, cursos, notícias.

O grupo exercita a leitura em língua estrangeira (basicamente o inglês) ao ser obrigado a consultar material de estudo estrangeiro, tais como: livros, revistas, manuais e websites.

Normalmente, o envolvimento dos alunos de graduação com eventos limita-se à sua participação nos mesmos, enquanto a organização fica a cargo do corpo docente e, por vezes, de alunos de pós-graduação.

Para ocupar essa lacuna, o grupo, contando com a ajuda de alunos da graduação, organiza eventos de diversos tipos, mostrando que o corpo discente também é capaz de realizar tal atividade, dentro do seu nível de atuação.

O grupo procura realizar atividades que ajudem o Curso a complementar a formação dos alunos de graduação.

O grupo procura desenvolver atividades que ajudem os seus integrantes a desenvolver habilidades necessárias à sua prática de trabalho, tais como: capacidade de investigação de assuntos novos; capacidade de organização e síntese de informação; capacidade de elaborar textos de apoio; capacidade de lidar com atividades que envolvam oratória, exposição diante de público, apresentação de idéias.

A fim de criar uma cultura de divulgação de trabalho e de informação, além de exercitar as habilidades necessárias para a tarefa em si, o grupo mantém atualizados o seu website e três murais nas dependências da Escola de Engenharia: um específico para o Curso Pré-Vestibular Popular da Engenharia da UFF, um específico para alunos do Curso e um genérico.

O grupo colabora com o Curso Pré-Vestibular Popular da Engenharia da UFF, em uma monitoria de dúvidas, como forma de divulgar a importância da realização de um trabalho social.


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